"I'm in this fight and I'm swinging and my arms are getting tired
I'm trying to beat this emptiness but I'm running out of time
I'm sinking in the sand and I can't barely stand
I'm lost in this dream, I need you to hold me
I'm scared of lonely
I try to be patient but I'm hurting deep inside
And I can't keep waiting, I need comfort late at night
And I can't find my way, won't you lead me home?
'Cause I'm lost in this dream, I need you to hold me
I'm scared of lonely
And I'm scared of being the only shadow I see along a wall
And I'm scared of the only heart beat I hear beating is my own
And I'm scared of being alone, I can't seem to breathe
When I am lost in this dream, I need you to hold me
I'm scared of lonely, I'm scared of lonely
I cry at night 'cause my baby's too far to be by my side
To wipe away these tears of mine so I hold my pillow tight
To imagine you I'll stretch your hand looking for mine
'Cause I'm lost in this dream, I need you to hold me
I'm scared of lonely
And I'm scared of being the only shadow I see along a wall
And I'm scared of the only heart beat I hear beating is my own
I'm scared of being alone, I can't seem to breathe
When I am lost in this dream, I need you to hold me
I need your break when nobody is around
'Cause I'm tired of this emptiness
I think I'm drowning, I can't be lonely
And I'm lost in this dream, I need you to hold me
I'm scared of lonely
And I'm scared of being the only shadow I see along a wall
And I'm scared of the only heart beat I hear beating is my own
And I'm scared of being alone, I can't seem to breathe
When I am lost in this dream, I need you to hold me
I'm scared of lonely
And I'm scared of be the only shadow I see along a wall
And I'm scared of the only heart beat I hear beating is my own
And I'm scared of being alone, I can't seem to breathe
When I am lost in this dream, I need you to hold me
I'm scared of lonely, I'm scared of lonely"
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Castelo Imaginário
o universo nos espera
a forma, a cor
não sei
que seja como a primavera
um dia talvez
sem medo do amor
ser canção, e cegar sem saber
simplesmente olhar para você
sem vaidade
um outro sonho no futuro
meus versos vou contar
as coisas mudam num segundo
e sempre vão mudar
o amor é lutar
recriar, transcender, resistir
um mistério capaz de explicar
a felicidade
o pensamento se vai
enquanto algumas ilusões se desfazem
mas nada é capaz de fazer
um coração desisitir
se o tempo se vai
e o sentimento chegar a fugir
não vá nos romper
nem se perder de mim
mas não,
eu não vou te prender
como flor num jardim
se teu corpo é o meu castelo imaginário
e enfim
eu não posso fingir
que o amor é de dois
se o amor é de mim pra você
um pra você
de flor pra você
um sim pra você
pra mim
Esta é uma das músicas de Daniela Mercury que constituem o seu novo álbum Canibália. É linda! É forte o seu poema! O álbum está muito bom.
a forma, a cor
não sei
que seja como a primavera
um dia talvez
sem medo do amor
ser canção, e cegar sem saber
simplesmente olhar para você
sem vaidade
um outro sonho no futuro
meus versos vou contar
as coisas mudam num segundo
e sempre vão mudar
o amor é lutar
recriar, transcender, resistir
um mistério capaz de explicar
a felicidade
o pensamento se vai
enquanto algumas ilusões se desfazem
mas nada é capaz de fazer
um coração desisitir
se o tempo se vai
e o sentimento chegar a fugir
não vá nos romper
nem se perder de mim
mas não,
eu não vou te prender
como flor num jardim
se teu corpo é o meu castelo imaginário
e enfim
eu não posso fingir
que o amor é de dois
se o amor é de mim pra você
um pra você
de flor pra você
um sim pra você
pra mim
Esta é uma das músicas de Daniela Mercury que constituem o seu novo álbum Canibália. É linda! É forte o seu poema! O álbum está muito bom.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Choro por dentro quando estou acompanhado!
E solto essas lágrimas quando estou sozinho, sem ninguém que as testemunhe!
Sinto falta de tanta coisa!
Mas o que dói é a injustiça... A frieza com que nos podem tratar!
Dói sempre, mas dói mais quando vem de alguém próximo!
Dói muito mais quando vem de quem nunca esperamos!
Sinto me triste!
Sinto me confuso!
Sinto que o mundo me escapa e eu não consigo fazer nada!
Sinto me a sofrer, mais uma vez....
Mas porquê a minha vida agora é sempre assim?
Porquê vou abaixo desta maneira?
Porquê me deixo sempre atingir tanto?
E quem me atinge não deve perceber o mal que me faz!
E não percebe porque o sinto no interior,
E o vivo na solidão!
E o choro no escuro, no silêncio, no vazio da minha vida...
E solto essas lágrimas quando estou sozinho, sem ninguém que as testemunhe!
Sinto falta de tanta coisa!
Mas o que dói é a injustiça... A frieza com que nos podem tratar!
Dói sempre, mas dói mais quando vem de alguém próximo!
Dói muito mais quando vem de quem nunca esperamos!
Sinto me triste!
Sinto me confuso!
Sinto que o mundo me escapa e eu não consigo fazer nada!
Sinto me a sofrer, mais uma vez....
Mas porquê a minha vida agora é sempre assim?
Porquê vou abaixo desta maneira?
Porquê me deixo sempre atingir tanto?
E quem me atinge não deve perceber o mal que me faz!
E não percebe porque o sinto no interior,
E o vivo na solidão!
E o choro no escuro, no silêncio, no vazio da minha vida...
domingo, 11 de outubro de 2009
"Já perdoei erros imperdoáveis!
Tentei substituir pessoas insubstituíveis.
E esquecer pessoas inesquecíveis!
Já fiz coisas por impulso,
decepcionei-me com pessoas que nunca pensei decepcionar-me
e também decepcionei alguém!
Já abracei para proteger,
já dei gargalhadas quando não podia.
Fiz amigos eternos!
Amei e fui amado!
Já fui rejeitado.
Fui amado e não amei.
Já gritei e dei pulos de tanta alegria.
Já vivi de amor e fiz juras eternas.
"bati com a cabeça na parede".
Já chorei enquanto ouvia musica e via fotografias.
Liguei só para ouvir uma voz.
Já me apaixonei por um sorriso.
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade.
Já tive medo de perder alguém especial (e acabei por perder).
Mas vivi e, ainda vivo,não deixo a vida passar por mim.
VIVE!
O melhor é viver com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante."
Li este texto num simples perfil de hi5! É de um Pedro, mas que não sou eu!
Mas gostei, identifiquei-me! Descreve na perfeição a minha vida! Só o fim ainda não atingi em pleno! Mas para lá caminho, espero!
Está genial!
Tentei substituir pessoas insubstituíveis.
E esquecer pessoas inesquecíveis!
Já fiz coisas por impulso,
decepcionei-me com pessoas que nunca pensei decepcionar-me
e também decepcionei alguém!
Já abracei para proteger,
já dei gargalhadas quando não podia.
Fiz amigos eternos!
Amei e fui amado!
Já fui rejeitado.
Fui amado e não amei.
Já gritei e dei pulos de tanta alegria.
Já vivi de amor e fiz juras eternas.
"bati com a cabeça na parede".
Já chorei enquanto ouvia musica e via fotografias.
Liguei só para ouvir uma voz.
Já me apaixonei por um sorriso.
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade.
Já tive medo de perder alguém especial (e acabei por perder).
Mas vivi e, ainda vivo,não deixo a vida passar por mim.
VIVE!
O melhor é viver com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante."
Li este texto num simples perfil de hi5! É de um Pedro, mas que não sou eu!
Mas gostei, identifiquei-me! Descreve na perfeição a minha vida! Só o fim ainda não atingi em pleno! Mas para lá caminho, espero!
Está genial!
Hoje voltei a ser um vagabundo! Voltei a caminhar por aí, sem rumo nem destino! Voltei à minha simples vida! Faz me bem de vez em quando fazer estas caminhadas. Mas também são nelas que tomo consciência da minha realidade! Estas caminhadas dão me forças mas também me derrubam. Às vezes sinto falta de uma mão para andar, de um abraço, de um beijo! Às vezes dói! E choro! Hoje chorei! E perguntei me porquê não mereço atingir uma felicidade estável? No que me tornei? Será que não há nenhum remédio, uma vacina que depois de injectada me anestesie e me faça esquecer as amarguras e só lembrar as coisas boas?
Às vezes as pessoas quando estão de cabeça quente dizem coisas que verdadeiramente não queriam dizer! Mas se as dizem têm depois de ter a capacidade de aceitar as suas consequências! E se querem alterar isso têm de ter a capacidade ainda maior de pedir desculpa e ter uma atitude adulta para terem uma conversa séria onde expliquem os seus verdadeiros pensamentos e revoltas! Com os sentimentos não se brinca e muito menos com a vida das pessoas! Há que ter coragem e assumir uma postura!
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
10 Anos!
Há 10 anos que se perdeu a grande Amália! Foi apenas a sua perda física porque ela continua cá com a sua estrondosa música!

GRITO
GRITO
Silêncio!
Do silêncio faço um grito
O corpo todo me dói
Deixai-me chorar um pouco.
De sombra a sombra
Há um Céu...tão recolhido...
De sombra a sombra
Já lhe perdi o sentido.
Ao céu!
Aqui me falta a luz
Aqui me falta uma estrela
Chora-se mais
Quando se vive atrás dela.
E eu,
A quem o céu esqueceu
Sou a que o mundo perdeu
Só choro agora
Que quem morre já não chora.
Solidão!
Que nem mesmo essa é inteira...
Há sempre uma companheira
Uma profunda amargura.
Ai, solidão
Quem fora escorpião
Ai! solidão
E se mordera a cabeça!
Adeus
Já fui para além da vida
Do que já fui tenho sede
Sou sombra triste
Encostada a uma parede.
Adeus,
Vida que tanto duras
Vem morte que tanto tardas
Ai, como dói
A solidão quase loucura.
O Fado que Amália pediu para ser cantado no seu último adeus!
Do silêncio faço um grito
O corpo todo me dói
Deixai-me chorar um pouco.
De sombra a sombra
Há um Céu...tão recolhido...
De sombra a sombra
Já lhe perdi o sentido.
Ao céu!
Aqui me falta a luz
Aqui me falta uma estrela
Chora-se mais
Quando se vive atrás dela.
E eu,
A quem o céu esqueceu
Sou a que o mundo perdeu
Só choro agora
Que quem morre já não chora.
Solidão!
Que nem mesmo essa é inteira...
Há sempre uma companheira
Uma profunda amargura.
Ai, solidão
Quem fora escorpião
Ai! solidão
E se mordera a cabeça!
Adeus
Já fui para além da vida
Do que já fui tenho sede
Sou sombra triste
Encostada a uma parede.
Adeus,
Vida que tanto duras
Vem morte que tanto tardas
Ai, como dói
A solidão quase loucura.
O Fado que Amália pediu para ser cantado no seu último adeus!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
Porquê é que eu nunca consigo dizer às pessoas aquilo que realmente queria dizer? Porquê nunca me mostro totalmente como sou? Porque tenho de tentar sempre pôr uma máscara sobre mim para agradar e não chatear os outros? Só eu me prejudico com isto! Só eu saio perfeitamente magoado. Quero dizer algo, quero pedir, quero desabafar e não consigo porque acho que isso pode magoar o outro ou pode ser chato ou essa pessoa não gostar. Estou sempre preocupado com isso, e depois aquilo que queria dizer fica cá dentro e fico totalmente frustrado. Já houve tanta coisa que ficou por dizer no passado! Já há tanta coisa por dizer no presente. Às vezes só quero pedir um pouco de atenção, de carinho, de calor... Mas até isso não faço porque penso que os outros vão pensar que sou egoísta... Mas às vezes não dá mais e não aguento! A carência afectiva fala mais alto e vou por aí abaixo.
Há momentos que precisava mesmo de abraçar alguém e ficar ali, assim... a falar, a desabafar, a chorar... e não consigo! Nunca fiz isso com ninguém! É uma falha tão grande da minha parte e muitas vezes tenho necessidade disso! Mas não consigo! Tenho sempre de me mascarar! Mas porquê faço isto? Porquê é que eu sempre que sinto necessidade de desabafar, de sentir conforto, isolo me ? Meto me no meu carro e conduzo sem rumo, horas a fio, se for preciso, e penso e choro! Mas só ali, sozinho, isolado, sem ninguém! E nesses momentos precisava tanto de alguém ali para me confortar! Às vezes não me compreendo a mim próprio!
Há momentos que precisava mesmo de abraçar alguém e ficar ali, assim... a falar, a desabafar, a chorar... e não consigo! Nunca fiz isso com ninguém! É uma falha tão grande da minha parte e muitas vezes tenho necessidade disso! Mas não consigo! Tenho sempre de me mascarar! Mas porquê faço isto? Porquê é que eu sempre que sinto necessidade de desabafar, de sentir conforto, isolo me ? Meto me no meu carro e conduzo sem rumo, horas a fio, se for preciso, e penso e choro! Mas só ali, sozinho, isolado, sem ninguém! E nesses momentos precisava tanto de alguém ali para me confortar! Às vezes não me compreendo a mim próprio!
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Muda-se de terra, muda-se de atitudes
Estou de férias durante uma semana na Praia da Vieira, perto de Leiria. Aqui as mulheres são um pouco diferentes, assim a tender para o bruto! Então ontem estava na praia e houveram três situações cómicas. A primeira foi o diálogo/discussão entre uma mãe e filha (apesar da filha não ter falado):
Mãe: Olha pros calções! Olha o que fizeste os calções, vê o estado deles! Fogo, olha vai pro caralho!
Outra, também uma mulher que estava muito entretida na conversa e no meio desta diz:
-Pois ele tem o relógio enfiado no cu!
E por fim a outra também era uma senhora, mais ou menos com 50 e poucos anos e diz:
- Fodace, caralho!
Só tenho a dizer, LOLADA C...
Mãe: Olha pros calções! Olha o que fizeste os calções, vê o estado deles! Fogo, olha vai pro caralho!
Outra, também uma mulher que estava muito entretida na conversa e no meio desta diz:
-Pois ele tem o relógio enfiado no cu!
E por fim a outra também era uma senhora, mais ou menos com 50 e poucos anos e diz:
- Fodace, caralho!
Só tenho a dizer, LOLADA C...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Areia
"Tranquilo, eu chamo por ti, fundindo a areia
Debaixo dos meus pés, deste deserto
Fechado a arame farpado que em mim se enleia
Espetando os vidros da areia fundida na pele, e decerto
Fazendo-te doer o que em ti gosta de mim.
Olha eu, ali sozinho, tentando me libertar!
Quanto mais me tento soltar mais preso fico,
E o mar que choro para fora de mim seca, o ar
Que me falta, dança a minha volta rindo, e o pico
Da dor quebra sobre o mão que me estendes, no fim!"
Debaixo dos meus pés, deste deserto
Fechado a arame farpado que em mim se enleia
Espetando os vidros da areia fundida na pele, e decerto
Fazendo-te doer o que em ti gosta de mim.
Olha eu, ali sozinho, tentando me libertar!
Quanto mais me tento soltar mais preso fico,
E o mar que choro para fora de mim seca, o ar
Que me falta, dança a minha volta rindo, e o pico
Da dor quebra sobre o mão que me estendes, no fim!"
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